Fim dos atalhos.
Início do topo.
Fim do topo.
Ideia do Projeto

Ideia do Projeto

 

Olá, professor(a)!

Seja bem-vindo(a) ao ambiente de apoio pedagógico para professores(as) interessados(as) em desenvolver a ideia do projeto e inscrever-se na 13ª edição do Solve for Tomorrow Brasil.

Ficamos muito felizes pelo seu interesse em transformar a escola em um espaço de compreensão do presente e construção de um futuro mais justo e sustentável.

Aqui, você encontrará diferentes estratégias de apoio para estruturar e fortalecer a ideia do seu projeto (clique nos itens abaixo se desejar ir direto para o conteúdo de cada um deles): 

balão de fala

Canal de orientação com professora especialista?

Espaço de diálogo com uma professora especialista para apoiar o desenvolvimento da sua ideia de projeto (a ser) inscrito no prêmio. 

 
Quem é a professora especialista?
professora especialista

Meu nome é Rubia Camaratiba, sou bióloga, atuo há mais de 20 anos com educação, desenvolvimento de projetos socioambientais e na formação de professores e jovens para atuarem em suas comunidades. Valorizo o olhar para o desenvolvimento integral do ser humano, considerando sua complexidade e interdependência. Confio na educação, na ciência, na arte e na cultura para a construção de relações sustentáveis e saudáveis em busca de um mundo melhor.

 
Como falar com a professora especialista?

Entre em contato pelo e-mail apoiopedagogico@solvefortomorrowbrasil.com.br para tirar dúvidas e receber orientações sobre a sua ideia de projeto.

O prazo de retorno é de até 72 horas.

 
Encontros temáticos e plantões de dúvidas

Participe de encontros síncronos, on-line, com a professora especialista, Rubia Camaratiba. 

Cada encontro contará com uma temática específica para apoiar os(as) professores(as) no desenvolvimento da ideia e escrita do projeto, além de um momento dedicado a dúvidas gerais sobre a inscrição no Solve for Tomorrow.

1º Encontro | Tema: Como criar um projeto alinhado à Abordagem STEM

Calendário Quando: 14/05/2026 (quinta-feira)

Relógio Horário: das 18h às 19h30 (horário de Brasília)

Monitor Formato on-line: via Google Meet. O link será enviado por email e WhatsApp somente para as pessoas inscritas, no dia do encontro.

2º Encontro | Tema: Contexto da comunidade e situação-problema

Calendário Quando: 21/05/2026 (quinta-feira)

Relógio Horário: das 18h às 19h30 (horário de Brasília)

Monitor Formato on-line: via Google Meet. O link será enviado por email e WhatsApp somente para as pessoas inscritas, no dia do encontro.

3º Encontro | Tema: Solução e prototipagem

Calendário Quando: 28/05/2026 (quinta-feira)

Relógio Horário: das 18h às 19h30 (horário de Brasília)

Monitor Formato on-line: via Google Meet. O link será enviado por email e WhatsApp somente para as pessoas inscritas, no dia do encontro.

4º Encontro | Tema: Planejamento para o desenvolvimento de um projeto

Calendário Quando: 02/06/2026 (quinta-feira)

Relógio Horário: das 18h às 19h30 (horário de Brasília)

Monitor Formato on-line: via Google Meet. O link será enviado por email e WhatsApp somente para as pessoas inscritas, no dia do encontro.

Prancheta

Modelos de preenchimento da ideia do projeto

Ícone Ficha

Clique Aqui e conheça a ficha da ideia do projeto

Ícone Exemplo 1

Clique Aqui e conheça o exemplo 1 da ideia de projeto preenchida

ícone FAQ

Materiais de Apoio Pedagógico

Pílulas pedagógicas  

As pílulas pedagógicas são vídeos curtos que apresentam conceitos essenciais para qualificar os projetos, abordando temas como STEM, relevância científica, design thinking e prototipagem.

Clique nos títulos abaixo para assistir.

Materiais complementares  

Acesse aqui outros materiais para apoiar o trabalho por projetos em sala de aula:

  • Atlas das Inquietações: um guia de atividades para despertar o pensamento científico e criativo, identificar situações-problema e elaborar soluções de forma colaborativa em sala de aula.
  • (Re)conectando o conhecimento: a integração entre áreas na aprendizagem por projetos: apresenta conceitos, exemplos e dicas para promover a integração de saberes na prática escolar.
  • Infográfico STEM : apresenta caminhos para o ensino de Ciências por meio de projetos, metodologias ativas, integração de conteúdos e itinerários flexíveis.
  • Infográfico sobre Prototipagem: material voltado aos estudantes, que reúne ferramentas e exemplos práticos para a criação de protótipos.
Para saber mais:  

Além dos materiais pedagógicos de apoio ao(à) professor(a), o site do Solve for Tomorrow Brasil também conta com espaços para explorar temas científicos e fortalecer a prática docente.

  • Ciência e Diversidade: reúne materiais que ampliam o conhecimento científico a partir de diferentes perspectivas culturais. Nela, você encontra conteúdos sobre produção científica africana e indígena, estratégias para abordar relações étnico-raciais no ensino de Ciências e Matemática, reflexões decoloniais e histórias de mulheres cientistas que inspiram novas trajetórias na ciência.
  • Cursos “Caminhos do STEM” e “Aprender por Projetos”: cursos on-line, autoformativos, gratuitos e com certificação.
ícone FAQ

Perguntas frequentes (FAQ) sobre a inscrição do projeto

Reunimos neste FAQ dicas e orientações da professora especialista para apoiar você no desenvolvimento da ideia, elaboração e inscrição do seu projeto

Importante: para dúvidas técnicas, operacionais ou sobre o regulamento, entre em contato com a nossa Central de Atendimento pelos seguintes canais: e-mail: faleconosco@solvefortomorrowbrasil.com.br; WhatsApp: (11) 99913-3281; telefone: 0800-7800-755 (ligação gratuita), de segunda a sexta (exceto feriados nacionais), das 9h às 18h (horário de Brasília).

Identificação das áreas do conhecimento relacionadas ao projeto (Ciências da Natureza e/ou Matemática e suas Tecnologias)  

1. Como identificar no meu projeto áreas das Ciências da Natureza e/ou da Matemática?

A integração entre conteúdos no currículo pode ocorrer por meio das inter-relações entre as habilidades e as competências desenvolvidas em um projeto. Consulte a lista de áreas e conteúdos apresentada na ficha de inscrição para identificar algumas dessas inter-relações. Tenha em vista que o STEM parte da investigação de situações reais, integrando as Ciências da Natureza às Tecnologias, Engenharias e à Matemática para a busca de respostas ou soluções que possam investigar ou resolver problemas identificados na realidade. Para saber mais sobre a prática da abordagem STEM, acesse aqui.

2. Posso expandir a indicação para outras áreas?

A integração entre as disciplinas é muita bem-vinda no projeto e pode ocorrer de modo que cada área contribua com seu próprio conhecimento, processos e habilidades, ampliando o olhar sobre um tema e/ou objeto comum (interdisciplinaridade) até o uso da experiência coletiva de diversas disciplinas que, sem os limites de suas fronteiras (transdisciplinaridade), buscam a resolução para um problema. Para saber mais, acesse aqui uma notícia sobre interdisciplinaridade.
Identificação do contexto da comunidade beneficiada pelo projeto  

💡 Dica: Consulte a seção “3.1 Observar e problematizar a realidade” do nosso Guia prático: Inovações no ensino de Ciências para saber mais sobre o contexto da comunidade impactada.

1. Como definir o contexto da comunidade beneficiada pelo meu projeto?

Para nos apropriarmos das singularidades do local onde vivemos ou da escola em que estudamos, e transformarmos a situação atual é preciso um olhar atento e o contato com a comunidade. Para entender melhor esse contexto, além de nossa vivência pessoal, também é possível realizar entrevistas, fazer registros fotográficos e pesquisar a realidade dessa comunidade.

2. O que devo incluir na descrição do contexto dessa comunidade?

É interessante descrever as relações dessa comunidade com o seu meio, definir as suas necessidades, os seus problemas e também as suas potencialidades. Ferramentas como “Mapa de empatia”, dentro da abordagem do “Design Thinking” são muito úteis para iniciar essa descrição. Para saber mais sobre essa e outras ferramentas do Design Thinking, acesse o guia elaborado pela CAPES.

3. Por que delimitar um contexto?

A comunidade impactada pelo projeto é aquela que se beneficiará da solução proposta pelo grupo e deve estar sempre no centro do processo de elaboração da solução. Entender o contexto e delimitar essas características aproximam a solução proposta da realidade e das necessidades dessa comunidade, facilitando a proposição de intervenções para o desenvolvimento e melhoria de vida da comunidade.

Definição da situação-problema  

💡 Dica: Consulte as seções “De onde partimos” e “O ‘x’ da questão” do nosso infográfico STEM para saber mais sobre a delimitação de uma situação problema.

1. O que é uma situação-problema?

Uma situação-problema é um problema identificado no contexto, portanto envolve a observação, a apreensão e a problematização da realidade. Um olhar atento, curioso e crítico para a realidade da escola e do território, permite coletar informações, identificar um problema real e definir um tema para a sua pesquisa. A situação identificada deve estar em diálogo com a comunidade, é preciso buscar compreender como o problema afeta as pessoas envolvidas no contexto. A definição da situação-problema dá início à delimitação do problema de pesquisa. Para saber mais, acesse aqui.

2. Quais situações-problemas podem ser levantadas?

Todo e qualquer problema que dialogue com a necessidade e realidade da comunidade em que se insere, ou seja, é necessário que haja relevância para a comunidade local, de forma que gere impacto na qualidade de vida quando solucionado. Considere também que seja passível de solução por meio da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Levando em conta tais pontos, qualquer problema levantado é um problema válido. Para complementar, procure também identificar a relação entre a situação-problema levantada e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS). Para saber mais, acesse aqui.

3. Como fazer o levantamento de problemas para o projeto?

Para identificar um problema e buscar soluções é possível utilizar uma abordagem de criação chamada Design Thinking (DT). Em algumas etapas e de forma simples e colaborativa, o DT nos traz ferramentas para identificar problemas e construir soluções eficientes, sempre mantendo o ser humano no centro do processo. Uma dessas ferramentas é o “brainstorm”, traduzido livremente como “chuva de ideias”. Reúna os integrantes da equipe e pensem em vários problemas reais de sua comunidade que vocês acreditam serem relevantes e que gostariam de resolver. Escrevam cada problema em um post-it e, depois, visualizem esse levantamento para a escolha de um interesse em comum. Para saber mais, acesse aqui.

4. Como definir a situação-problema?

Após o levantamento dos problemas, é preciso afunilar as escolhas e definir uma situação-problema que será trabalhada pela equipe. Critérios devem ser estabelecidos como “filtros” para essa escolha. Tenha em mente que para gerar uma investigação e promover o desenvolvimento de um projeto, o problema levantado deve ser claro e preciso. Deve ser também suficientemente amplo para possibilitar a pesquisa com múltiplos olhares, porém, com limites estabelecidos para ser testado por meio de métodos adequados. Além disso, deve ser passível de solução, considerando o tempo e os recursos disponíveis. Leve tudo isso em consideração para a escolha da situação-problema!

É importante que a participação das(os) estudantes seja evidenciada, desse modo, descreva o envolvimento delas(es) com a situação-problema, suas observações, dúvidas iniciais e contribuições durante o processo.

5. Será que o problema levantado é relevante?

Se o problema surgiu de um ato de vontade, troca e reciprocidade entre os integrantes da equipe, que estabeleceram a necessidade de resolução desse problema em determinada comunidade, então esse é um problema relevante para o grupo!

Descrição e justificativa da solução proposta  

💡 Dica: Consulte os vídeos dos projetos vencedores das edições anteriores para se inspirar! No nosso site, edições anteriores, você consegue navegar por todas as edições.

1. O que devo incluir na descrição da solução proposta?

A proposta de solução da equipe deve levar em conta o contexto em que será desenvolvida, a comunidade afetada pelo problema identificado e um plano de ação do projeto. A proposta também precisa ajudar a responder a pergunta investigada. Espera-se que essa solução faça uso do conhecimento científico por meio de métodos e experimentos que atendam o objetivo do projeto, e envolva a criação de modelos, construção de protótipos ou produtos que atendam às demandas da comunidade escolhida. Para saber mais, acesse aqui.

2. A solução precisa ser implementada?

Na etapa de inscrição do projeto, é possível enviar a ideia de solução. No entanto, a solução proposta deve se mostrar capaz de ser implementada, isto é, capaz de transformar a realidade e todos que participam dela. Essa demonstração pode ser proposta a partir de testes preliminares, desenvolvimento de modelos e protótipos que tornam a ideia concreta. Vale ressaltar que o processo de desenvolvimento e finalização do projeto será orientado por mentores nas etapas de semifinalistas e finalistas.

3. Em quanto tempo devo desenvolver a solução?

Os projetos podem já se encontrar em diferentes etapas de seu desenvolvimento. Na ficha de inscrição, é possível inscrever uma proposta com início em 2026 ou um projeto já em andamento (início em anos anteriores) desde que tenha ações previstas para o segundo semestre de 2026. Para a etapa de inscrição, basta uma ideia para solucionar determinado problema local e/ou global ou situação encontrada na escola ou na comunidade. Veja mais informações sobre os itens a serem preenchidos na ficha de inscrição.

4. Como justificar a solução proposta?

Além de protótipos, a investigação realizada e o projeto podem originar novos conhecimentos sobre fenômenos e fatos observáveis e/ou desenvolver novos experimentos, respondendo à pergunta de pesquisa e podendo, ou não, ser aplicada em situações específicas. Portanto, é fundamental justificar de que maneiras a solução proposta contribui para esse desenvolvimento e/ou suas aplicações, bem como para a resolução do problema identificado.

5. Como identificar o caráter inovador da solução proposta?

Uma boa ideia é o primeiro passo para a criatividade e a inovação! É um processo que leva tempo, encontro de ideias, diversidade de pensamentos, incentivo à experimentação e teste desses pensamentos inovadores. A inovação pode requerer a investigação e o desenvolvimento de novas técnicas e procedimentos ou então a incorporação de tecnologias e saberes de diferentes áreas do conhecimento, atuando de forma integrada. Vale ressaltar, que nem sempre a inovação é algo criado do zero, ou uma ideia mirabolante. Tenha sempre em mente a relevância da proposta para a comunidade e o contexto que estão inseridos.

Definição e descrição do protótipo  

💡 Dica: Consulte nosso infográfico sobre prototipagem para saber mais sobre a descrição das funcionalidades do protótipo.

1. O que é um protótipo?

Um protótipo pode ser qualquer ideia que saia da cabeça e que tome uma forma física - seja uma parede de post-its, uma atividade de representação, um espaço, um objeto, uma interface ou até mesmo um storyboard . No Solve for Tomorrow esperamos que no desenvolvimento do projeto a equipe aprofunde o conhecimento científico em processos criativos para criação de experimentos, modelos, construção de protótipos ou produtos que atendam às demandas da sociedade. Para saber mais, acesse aqui.

2. Quais são os tipos de protótipos?

De modo geral, protótipos podem ser dos mais diversos tipos, fazendo uso de uma infinidade de recursos diferentes, por isso é muito difícil classificá-los. Entretanto, no Solve for Tomorrow destacamos três dessas categorias: protótipo físico de base tecnológica, protótipo físico e protótipo digital. Acesse o infográfico sobre prototipagem para ver exemplos de cada categoria.

3. Como definir o melhor tipo de protótipo para o meu projeto?

Muitos projetos podem se enquadrar em mais de uma categoria e isso normalmente depende de sua complexidade e de quantos desdobramentos cada projeto tem. Além disso, dependendo da fase do desenvolvimento, pode-se ter uma versão do protótipo em uma categoria que muda posteriormente. Por exemplo, um protótipo que em sua primeira versão é digital e depois passa a ser físico. O importante nessa definição é entender as necessidades do projeto para então definir como tornar as ideias concretas.

4. Quais são as funcionalidades do protótipo?

De acordo com os aspectos e objetivos do projeto, o protótipo pode ter várias funções. Descrever esses componentes, funções ou funcionalidades nos ajuda a entender o que deve ser testado e de que forma será feito esse teste. O protótipo pode ter vários graus de fidelidade, de acordo com o quão aproximadas essas funcionalidades estão da versão final. A fidelidade pode ser baixa, desde uma simples imagem ou esquema da forma final, até uma fidelidade alta, como um modelo com diversos componentes funcionais, muito próximos da versão acabada.

5. Se o meu protótipo ainda está em desenvolvimento, como descrever e apresentar as funcionalidades?

A funcionalidade de um protótipo deve se relacionar ao seu progresso no projeto. É possível apresentar tanto as funcionalidades já implementadas quanto aquelas que o grupo ainda pretende implementar. Nas primeiras explorações, os protótipos devem ser simples, práticos e construídos de forma rápida para que a equipe se permita aprender rapidamente e investigar diferentes possibilidades. Conforme o projeto avança, versões mais sofisticadas podem ser desenvolvidas para outras explorações.

Clique no botão e participe!

Inscreva-se